quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

CACTUS JACK O VILÃO - Faroeste/Comédia dublado com Kirk Douglas e Arnold...

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Unidade feminina para tratamento dependentes químicas será entregue em 2017

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A construção da primeira unidade para tratamento de mulheres com dependência química da Fazenda da Paz deve iniciar em maio deste ano e ser concluída em 2017. O terreno- doado pela prefeitura de Teresina- fica na PI-112, estrada para o município de União, a 19 km do Centro de Teresina.  Foram destinados quase R$ 786 mil de emendas parlamentares para o projeto. 
O espaço contará com 612 m² de área construída. A comunidade Maria Madalena será parecida com uma grande casa, para proporcionar as internas um ambiente familiar. O local vai abrigar ainda mulheres grávidas que estejam amamentando. No projeto está previsto a construção de um berçário. A capacidade inicial de atendimento será para 60 mulheres e 20 bebês. 
"Vamos atender gestantes, mulheres que estão amamentando e também as que já estão com seus filhos. Para isso, teremos uma equipe multidisciplinar, não somente para atender as mulheres, ams também seus filhos.  Vamos ter um plano terapêutico, onde ajudaremos as mulheres a trabalhar a sua independência da dependência química e vamos levar instrumentos para que elas possam voltar ao mercado de trabalho", disse Célio Luiz Barbosa, a Fazenda da Paz. 

sábado, 2 de abril de 2016

Caso de criança entregue a moradores de rua em BH revela drama da dependência química

Garota de dois anos foi entregue pela mãe, que é viciada em drogas, a moradores de rua no Centro da capital mineira. Situação mostra calvário da família de jovem de 24 anos, que luta para ficar livre do vício em crack e outras substâncias



Edésio Ferreira/EM/D.A PRESS
Uma rotina de proteção no ambiente familiar trocada pela insegurança escondida nas ameaças da rua. Foi o que viveu a pequena I.V.P., de apenas 2 anos, retirada da escola fora do horário e deixada pela própria mãe com andarilhos, com quem ficou por horas. Acostumada ao aconchego da casa dos avós maternos, que a criam desde que nasceu, a menina perambulou de mão em mão até que o avô, o funcionário público Mauro Lúcio Paixão, fosse identificado pelo Conselho Tutelar, que devolveu a criança ao lar. A história de abandono é a ponta do calvário da família da mãe de I., Marluz de Souza Paixão, de 24, que luta para se livrar da dependência em crack e outras drogas. “A menina é muito esperta, falante. Quando me viu já me chamou de vô. De vez em quando me chama de pai”, disse Mauro, emocionado, na tarde de ontem, horas depois de ter buscado a neta na sede do conselho, no Centro de Belo Horizonte.  Segundo a Polícia Militar, a menina passou a madrugada de ontem com andarilhos na esquina das ruas Carijós e Rio Grande do Sul, no Hipercentro de Belo Horizonte. Por volta das 8h, a corporação recebeu, via telefone 190, a denúncia de que a mãe largara a garotinha, ainda de madrugada, para que cerca de 10 pessoas que vivem nas ruas tomassem conta. Quando os militares chegaram, encontraram a garota suja e com fome, embora não aparentasse nenhum sinal de maus-tratos ou violência. A primeira providência do sargento Pablo Muniz, responsável pelo atendimento, foi levar a pequena para fazer um lanche. A simpatia da menina conquistou lojistas da região, que ajudaram a limpá-la e lhe deram sandálias novas.  
“Ela estava em um local bastante degradado, que não era adequado. Em contato com os moradores de rua, um deles disse que a mulher havia deixado a criança por volta das 2h da madrugada de quinta-feira, dizendo que voltaria. Ele acrescentou que já tinha visto a mulher, mas não sabia o nome ou quem era”, contou o sargento. A equipe do Estado de Minas foi ao local, onde encontrou algumas pessoas consumindo bebidas alcoólicas. Uma mulher, que não quis ser identificada, disse que a criança não foi abandonada, mas deixada aos cuidados do grupo que ali estava. “A gente cuidou como se fosse nossa filha”, afirmou, sem dar detalhe sobre a mãe da menina. A poucos metros dali, ainda na Rua dos Carijós, um lavador de carros disse que na noite de quarta-feira chegou a levar a mãe e a criança para um ponto de ônibus, para que elas voltassem para casa, o que não aconteceu.
PISTAS Depois de resgatada e alimentada, a garotinha foi levada por policiais até a sede da 6ª Companhia da PM, a dois quarteirões, onde recebeu mais cuidados e o carinho de jornalistas que acompanhavam o desdobramento da ocorrência. Sem saber o que estava acontecendo, a menina se distraía com lápis de cor. Dizia que a mãe tinha ido comprar cigarro.
Alegre e brincalhona, deu pistas à polícia ao falar de familiares. Informou o nome da mãe e do avô. A idade, apontou com os dedos. Nesse meio tempo, o avô entrou em contato com o Conselho Tutelar da Regional Centro-Sul. Mauro conta que recebeu o telefonema da própria filha, informando que a polícia havia recolhido a menina. “Na quarta-feira, minha neta estava na Umei (Unidade Municipal de Educação Infantil), quando, por volta das 15h15, a liberaram para a mãe. Não entendi, porque ela sai às 17h e já pedi várias vezes para que não a deixem ir com a mãe. Acho que eles têm medo dela”, afirmou.
Para Mauro, a filha não faria mal à neta. “Quando usa droga, ela surta, mas é muito carinhosa com a menina.” O servidor público conta que internou a filha 21 vezes e fez o que pôde para que ela deixasse o vício. “Comprei casa para ela em Sabará. Coloquei pato, ganso, marreco. Ela cuidava das galinhas, mas conseguiu ficar só três meses e voltou a cair nas drogas. Também arrumei trabalho para o pai da menina, mas ele também é dependente”, disse.
O avô cuida da criança desde o nascimento e, há um ano e seis meses, entrou com documentação na Justiça para conseguir a guarda. “Ela é muito amada e bem tratada. Tenho plano de saúde e quero incluí-la, mas não consigo, porque não tenho a guarda.” Para ele, a filha deu uma versão diferente da apresentada pela polícia. Disse que não abandonou a menina, que a deixou por pouco tempo com os moradores de rua. Às 6h de ontem, viu quando a polícia recolheu a menina e então fez contato.
Ao buscar a menina no Conselho Tutelar, o avô foi orientado a regularizar a situação e assinou um termo de entrega e responsabilidade, já que é o cuidador, mas ainda não tem a guarda judicial. O órgão de proteção à criança e adolescente deve encaminhar relatório ao Juizado da Infância e Juventude, aconselhando que a guarda fique com os avós maternos. Na tarde de ontem, a menina voltou ao lar e não foi à Umei.
A ocorrência de abandono de incapaz foi registrada no plantão da Polícia Civil. A responsável pela investigação será a delegada Thais Degani, da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca). “Fizemos o registro por abandono de incapaz. Como não encontramos a mãe, a Polícia Civil ficará responsável por procurá-la”, acrescentou o sargento Muniz. A pena prevista para o crime é de detenção de seis meses a três anos, porém, a punição pode aumentar em um terço caso o autor seja o pai ou a mãe da criança.
UMEI A Secretaria Municipal de Educação informou que, em 2014, os avós da menina comunicaram a unidade que a mãe tinha problemas. Naquele ano, a direção ligava para os avós todas as vezes em que a mulher parecia alterada. No entanto, em 2015, a mãe matriculou a filha e, desde então, segundo a pasta, costuma levá-la e buscá-la com regularidade. Ao pegar a menina na quinta, inclusive, teria apresentado a carteira da criança, exigida dos responsáveis.
Segundo caso
Em três dias, foi o segundo caso de repercussão envolvendo crianças na Grande BH. Na terça-feira, Abimael Moreira Caldeira Costa, de 24 anos, anunciou o filho recém-nascido em um site com os dizeres: “Vendo lindo bebê com 10 dias de vida, homem, com saúde total e comprovada. Ótimo investimento. Valor a combinar”, dizia o anúncio com fotos da criança, depois retirado do ar. Abimael foi preso em flagrante pela Polícia Civil, alegou tratar-se de “brincadeira”, mas pode pegar até seis anos se condenado pelos crimes de prometer ou efetivar a entrega do filho mediante pagamento e submeter criança ou adolescente sob sua guarda a vexame ou constrangimento.

Anvisa libera medicamentos com canabindolAnvisa libera medicamentos canabidiolA Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, por meio da Resolução da Diretoria Colegiada nº 66, atualizou a lista de substâncias entorpecentes, psicotrópicas, precursoras e outras sob controle especial, incluindo o canabidiol. O produto, no entanto, somente poderá ser adquirido por pessoa física, para uso próprio, para tratamento de saúde, mediante prescrição médica.

O canabindol é uma substância canabinoide existente na folha da Cannabis Sativa, a planta da maconha. Essa substância possui estrutura química com grande potencial terapêutico neurológico, ou seja, pode ter ação ansiolítica, que diminui a ansiedade, antipsicótica, neuroprotetora, anti-inflamatória, antiepilética e agir nos distúrbios do sono. A liberação da substância era defendida por vários pesquisadores que alegam que os efeitos positivos da substância são enormes.
A advogada do escritório Jacoby Fernandes & Reolon Advogados Associados e especialista em Direito Sanitário, Melanie Peixoto, explica que o Ministério Público Federal, com o propósito de assegurar o direito à saúde a pessoas que sofrem de doenças graves, incapacitantes e degenerativas, apresentou ação civil pública em 2014 pedindo a liberação da prescrição de medicamentos com a substância canabidiol. O Juiz Federal Marcelo Rebello Pinheiro concedeu uma liminar e determinou que a Anvisa observasse a decisão judicial proferida, em 03 de março de 2016, nos autos da Ação Civil Pública nº 0090670-16.2014.4.01.3400.
O uso do canabidiol, para aqueles que dependem da substância, pode garantir o alívio de sintomas de doenças e assegurar o seu direito fundamental à saúde. Portanto, a alteração feita pela Anvisa reafirma a decisão proferida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região que preserva a dignidade das pessoas que estão com sua saúde em risco”, observa.

Uso como entorpecente

Nas ruas das cidades é, infelizmente, comum encontrar pessoas que consomem drogas e fazem dessas substâncias seu meio usual de vida. A dependência química e os vários males que as drogas provocam na saúde são diariamente constatados nos números apresentados pelo Ministério da Justiça e pelo Ministério da Saúde. O Poder Público tem o dever de prevenir e reprimir o tráfico de entorpecentes e drogas afins. Para tanto, o legislador cria diplomas normativos que aplicam sanções às pessoas que realizam atividades contrárias ao interesse público.
A especialista ressalta que a Lei de Drogas – Lei nº 11.343/2006 – foi criada com o objetivo de especificar as medidas de prevenção do uso indevido de substâncias, atenção e reinserção social de usuários e dependentes de drogas, além de estabelecer normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de substâncias.
De acordo com a Lei, drogas são substâncias ou os produtos capazes de causar dependência, assim especificados em lei ou relacionados em listas atualizadas periodicamente pelo Poder Executivo da União. Quando a Lei determinou que o Poder Executivo da União deveria manter listas com as substâncias ou produtos que causam dependência, criou uma ligação entre a norma penal e a norma administrativa. A lista das substâncias foi editada, por meio da Portaria nº 344, de 12 de maio de 1998. Essa norma era originalmente do Ministério da Saúde. Com a criação da Anvisa, passou a ser atualizada pela autarquia”, esclarece Melanie Peixoto.

quarta-feira, 30 de março de 2016

quinta-feira, 24 de março de 2016

Projeto de Prevenção às Drogas de Campinas auxilia família a lidar com problema

programa-de-ajuda-dependente-quimicoA Coordenadoria de Prevenção às Drogas de Campinas, órgão pertencente à Secretaria de Cidadania, Assistência e Inclusão Social, lançar na terça-feira (22-mar) o Programa “Recomeço Família”. A partir de agora, os familiares de dependentes químicos contarão com apoio, por meio de encontros e palestras, para entender e lidar com a doença.
O objetivo do “Recomeço Família” é mostrar ao usuário que ele não está sozinho no enfrentamento da dependência química. As famílias contarão com acolhimento, grupo de apoio e orientação individual, todas as terças-feiras, das 13h às 19h, na própria Coordenadoria de Prevenção às Drogas, localizada na Rua Barreto Leme, 1.550, no Centro de Campinas.
O projeto “Recomeço Família” faz parte do programa “Recomeço” do governo do Estado de São Paulo que é destinado à recuperação voluntária de dependentes químicos, e foi implantado em Campinas em junho de 2013.
Os interessados no projeto deverão entrar em contato pelo telefone (19) 3282-9209, para obter informações e fazer o agendamento para participar dos encontros.

Relatório da ONU aponta que o consumo de drogas sintéticas cresce a cada ano

O ex-superintendente da Polícia Federal, Mauro Spósito, diz que o consumo de droga sintética ainda é pequeno em Manaus, mas concorda com o relatório da ONU de que o consumo vem crescendo

Preço de cada unidade pode chegar a R$ 40 e é consumida em boates e raves
Preço de cada unidade pode chegar a R$ 40 e é consumida em boates e raves(Divulgação)
O ex-superintendente da Polícia Federal, Mauro Spósito, diz que o consumo de droga sintética ainda é pequeno em Manaus, mas concorda com o relatório da ONU de que o consumo vem crescendo. De acordo com ele, a droga é produzida no exterior e, na maioria das vezes, entra no Brasil pela Venezuela.
Nos últimos cinco meses foram feitas duas apreensões de grande quantidade de droga sintética (ecstasy e LSD). São drogas  fabricadas em laboratórios, tem cores e formas diversas, forte poder alucinógeno e  preço elevado. O Relatório Anual de droga das Organizações das Nações Unidas (ONU) 2015 aponta que o consumo das drogas sintéticas vem crescendo a cada ano. 
Mauro Spósito ressalta que  as drogas sintéticas são usadas por jovens de alto poder aquisitivo. O  preço de uma unidade pode chegar a R$ 40  e é consumida em boates e reves (festas com músicas eletrônicas que acontecem em sítios, na área rural).
Diferente da maconha, da cocaída e do crak, as drogas sintéticas não causam dependência química, apenas alucinações, mas que também podem levar a morte. “Uma pessoa sob o efeito delas pode pegar um carro e sair em alta velocidade, tanto pode causar a própria morte como matar outros”, disse.
Hoje, as drogas sintéticas podem ser encontradas em Manaus, em diversos lugares, como as academias, shoppings e principalmente nas festas frequentadas por jovens da alta sociedade, conforme informações do titular Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), delegado Samir Freire.
É nas reves onde elas são mais consunidas. Em Manaus, as festas acontecem em áreas livres. Sítios, chácaras, pista de arrancada e até em flutuantes. Elas são regadas a músicas eletrônicas e duram até 24h.  Apesar de ter acesso às informações, a  polícia dificilmente consegue por a mão no fornecedor da drogas sintéticas.
Flagrante
No dia 11 deste mês, oito pessoas foram presas em flagrante por policiais da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) portando aproximadamente mil comprimidos de ecstasy e LSD, além de 15 quilos de skunk.
De acordo com a polícia, o bando suspeito de abastecer, barcos e flutuantes onde acontecem as raves na área do Tarumã em condomínios de luxo da Ponta Negra,  era formado por Síria Karoline Souza Ribeiro, 25; Klinger de Paula Fortes, 27; Milena Lizandra de Souza, 25; Lucas Mateus de Souza Cruz, 18; Emanuel Vitor de Souza Vieira, 23; Raissa Késsia Pessoa da Silva, 32; Vinicius Gomes Clementino, 26; e Carlos Eduardo Gomes Pontes Filho foram autuados por tráfico de droga e associação para o tráfico.
Drogas encontradas em festa rave
Em novembro do ano passado, Paulo Henrique Marques de Sousa, de 21; Nelson Oliveira Barros Neto e Laila Thallyne Alves Aguiar, ambos de 20 anos, foram presos durante uma festa rave que acontecia no sítio da Felicidade, no Vivenda Verde, bairro Tarumã, Zona Oeste.   No local, a guarnição da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam)  encontrou vários tipos de drogas.
Os policiais encontraram com os jovens 517 plaquinhas de LSD (dietilamida do ácido lisérgico, uma substância sintética), 295 pílulas de ecstasy, duas porções de haxixe (droga derivada da maconha), duas de maconha skunk (a supermaconha), uma espingarda calibre 32 com duas munições intactas, dois dichavadores (desfiador de fumo, sementes e ervas), três narguilés (espécie de cachimbo de água para fumar), um cachimbo comum, uma balança de precisão e dois celulares.
Drogas passam despercebidas
A forma discreta como as drogas sintéticas são apresentadas dificulta a ação da polícia. Elas são fabricadas em forma de comprimidos coloridos, sempre traz um desenho ou ainda em forma de adesivos, também com desenhos coloridos.  Podem ser guardadas dentro de um caderno e até passar como um medicamento normal para os menos informados.

sábado, 12 de março de 2016

Histórico! Exames genéticos do HIV inocentam homossexual suposto paciente zero da Aids

Era início da década de 1980, o jovem franco-canadense Gaetan Dugas descobre que está com um vírus até então desconhecido posteriormente batizado de HIV - Virus da imunodeficiência humana. Ele é registrado como o paciente zero. Por ser comissário de bordo, viajou o país inteiro no mesmo período em que a doença começou a se espalhar pela América do Norte. Sua fama de predador homossexual promíscuo em saunas gays rodou a imprensa do país e ele recebeu a acusação de ser o disseminador da doença tanto na costa Oeste quanto na costa Leste dos EUA. Entretanto, a revista científica do New York, Science of Us, revelou esta semana uma nova pesquisa que mostra a diferença entre o vírus de Dugas e dos primeiros pacientes dos Estados Unidos.
 Os pesquisadores analisaram o material genético das amostras preservadas do vírus de Dugas, que morreu aos 31 anos em 1987 em decorrência de causas relacionanadas à Aids, e as que estavam circulando pelas cidades um tempo depois, todas preservadas para estudo. Eram todas do vírus do HIV, mas como ele sofre inúmeras mutações, os pesquisadores descobriram que eles não tinham a mesma origem. 
 Segundo o relatório apresentado, os vírus tinham mais semelhança com os que surgiram no Haiti. Isso sugere que os primeiros casos nos Estados Unidos tiveram origem por meio de pessoas que visitaram o país ou regiões próximas. Já o vírus de Dugas tem semelhanças com o que passou a circular muitos anos depois do início da epidemia. O resultado da pesquisa é um choque, uma vez que mostra, 30 anos depois da morte de Gaetan, que todo o julgamento, preconceito e acusações enfrentadas pelo comissário de bordo foram injustas e sem fundamentos. 
 O nome de Dugas e referências a ele aparecem em inúmeros filmes, livros e estudos sobre a epidemia. Aparentemente, o fato de ele ser comissário de bordo, gay e promíscuo não foi o estopim para a epidemia nos EUA, todavia, seu caso foi crucial para a descoberta do vírus e as ações para frear a epidemia, que até então não se sabia a forma de transmissão. Sabe-se que Dugas transou com mais de 1500 pessoas de forma desprotegida, inclusive depois de diagnosticado, pois se negava a usar o preservativo. Ele ainda foi acusado de levar o vírus, que teria adquirido na África, para a Europa.

 

quinta-feira, 10 de março de 2016

Foto: Pei Fon/ Secom Macei.
Tereza Tenório, Coordenadora da SMS

Uma clínica de dependência química localizada no conjunto Village Campestre, na Cidade Universitária, foi fiscalizada nesta quarta-feira (09) após a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ter recebido uma denúncia do Ministério Público Estadual (MPE). No local, além da falta de profissionais e prontuários, foram encontrados medicamentos que estavam com a data de validade vencida.

Dezesseis dependentes químicos estavam na clínica Anjos da Vida de forma involutária, entretanto, de acordo com a Coordenadora de Saúde Mental da Prefeitura, Tereza Tenório, quatro destes dependentes eram responsabilidade do município. “Entre os quatro, um já estava em condições de receber alta, dois foram transferidos para outra clínica e um foi encaminhado ao Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas (CAPSAD)”, comentou.
Os medicamentos vencidos e a falta de prontuários fez com que a Vigilância Sanitária fosse fiscalizar o local para interditar o espaço e realocar os pacientes para outros lugares. Ainda de acordo com a coordenadora, "alguns dependentes químicos são contra o fechamento do local e por causa destas pessoas a Vigilância Sanitária não fechou a clínica".
Segundo a assessoria da Secretaria de Estado da Prevenção Social à Violência (SEPREV), a equipe de Anjos da Paz esteve no local para conversar com os dependentes químicos para saber se eles queriam ser colocados em outras clínicas voluntárias, mas eles não quiseram. Estes dependentes químicos serão ouvidos em breve pelo Ministério Público Estadual (MPE/AL) e providências serão tomadas.
Tereza ressaltou ainda que a Secretaria Municipal de Saúde trabalhará mais com a Anjos da Vida porque para o município ela não é mais clínica, tanto pela falta de profissional, quanto pela falta de prontuários dos usuários. “Os profissionais deixaram de ir trabalhar por falta de pagamento. Há uma constituição civil pública que diz que o Município e estado dividam a conta das clínicas, o munícipio tem arcado com as despesas que cabe a nós, já o estado não está pagando nada.”
E os dependentes químicos dos hospitais psiquiátricos?
Atualmente em Maceió, não há nenhuma clínica pública, todas são privadas porque não é um serviço previsto pela Política Nacional de Saúde Mental. Conforme a Coordenadora da SMS, o que é previsto pela política são CAPS 24 horas, unidades de acolhimento, residências terapêuticas, entre outros.
A casa de Saúde Miguel Couto, a Clínica Ulisses Pernambucano e o Zé Lopes não atendem dependentes químicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), apenas particular. Com exceção do Hospital Escola Portugal Ramalho que atende pelo SUS os dependentes químicos.
O que acontece é que estes hospitais estão prestes a fechar as portas, inclusive o Portugal Ramalho que vai ser transformado em um hospital de clínicas. A Secretaria Municipal de Saúde tem um projeto de fazer residências terapêuticas para acolher a grande maioria das pessoas e as outras vão para o CAPS. “Estamos lutando para transformar o CAPS em 24h para os que precisarem pernoitar no local quando eles estiverem em crise”, comentou a Coordenadora de Saúde Mental.
E ainda acrescentou. “Isso é uma realidade que temos que enfrentar mais cedo ou mais tarde, a medida que os recursos das diários dos hospitais não cresceram não foi ampliada a rede para fazer a transferência destas pessoas dos hospitais para os outros locais”, finalizou.

A diretora-geral-adjunta da Organização Mundial da Saúde (OMS), Marie-Paule Kieny, alertou nesta quarta-feira (9) que uma vacina contra o vírus Zika pode chegar "tarde demais" para ter um impacto real na atual epidemia na América Latina.

Ela participou de uma reunião de dois dias sobre a pesquisa relacionada ao vírus da Zika. De acordo com ela, a vacina é um "imperativo", especialmente para mulheres grávidas e para mulheres em idade fértil.
Segundo a diretora-geral-adjunta da OMS, "o desenvolvimento das vacinas ainda está em um estágio muito precoce e as opções mais avançadas ainda vão demorar vários meses para serem testadas em humanos". 
"A necessidade mais premente é o desenvolvimento de instrumentos de diagnóstico e prevenção para preencher a atual lacuna na investigação e para proteger as mulheres grávidas e os seus bebês", afirmou.
"É possível que as vacinas cheguem tarde demais para o atual surto na América Latina", acrescentou Marie-Paule Kieny. 
No começo de fevereiro, a Organização Mundial da Saúde levantou a suspeita de que o recente aumento de casos de microcefalia em recém-nascidos no Brasil tem relação com o vírus Zika, o que fez a organização declarar emergência internacional. No entanto, a relação entre os casos de microcefalia e o vírus Zika ainda não foi comprovada cientificamente.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20160309/3775715/vacina-contra-zika-pode-chegar-tarde.html#ixzz42WH2Gqeq

1O de Março - A nossa própria recuperação
"Os passos são a nossa solução. São o nosso estojo de emergência. São a nossa defesa contra a adicção, que é uma doença mortal. Os nossos passos são os princípios que tornam a nossa recuperação possível."
Existem muitas coisas de que podemos gostar em Narcóticos Anônimos. As reuniões são ótimas. Encontramos os nossos amigos, ouvimos algumas histórias inspiradoras, partilhamos algumas experiências práticas, talvez até encontremos o nosso padrinho ou madrinha. Os "dias de serviço", as convenções, as festas, são uma maravilha, divertimo-nos na companhia de outros adictos em recuperação. Mas o coração do nosso programa de recuperação são os Doze Passos - de facto, eles são o programa! Já ouvimos dizer que não conseguimos ficar limpos por osmose - ou, por outras palavras, não nos basta ir a reuniões, não importa a quantas, e esperar que a recuperação nos entre pelos poros quando respiramos.
Recuperação é, como se costuma dizer, um trabalho interior. E as ferramentas que usamos nesse "trabalho interior" são os Doze Passos. Uma coisa é ouvir falar vezes sem conta de aceitação; mas trabalhar o nosso Primeiro Passo é algo completamente diferente. As histórias sobre reparações podem ser inspiradoras, mas nada nos livrará mais dos remorsos do que trabalharmos o Nono Passo. 0 mesmo se aplica a todos os doze passos. Há muita coisa para apreciarmos em NA mas, para aproveitarmos ao máximo a nossa recuperação, temos de trabalhar os Doze Passos para nós próprios.

Só por hoje: Eu quero tudo o que o meu programa pessoal me tenha para oferecer. Vou trabalhar os passos para mim.

sábado, 27 de fevereiro de 2016


27 de Fevereiro - Motivos "puros"
"Examinamos as nossas ações, reações e motivos. Por vezes descobrimos que temos estado a fazer melhor do que nos temos sentido."

Imaginem um livro de meditações diárias com este tipo de mensagem: "De manhã, quando acordares, antes de te levantares da cama, pára para refletir. Deita-te, reúne os teus pensamentos, e considera os teus planos para o dia. Um a um, verifica os motivos por detrás desses planos. Se os teus motivos não forem inteiramente puros, vira-te para o outro lado e volta a dormir." É um disparate, não é? Não importa há quanto tempo estamos limpos, quase todos nós temos motivos diferentes por detrás de tudo o que fazemos.
Isso não é contudo razão para deixar as nossas vidas em suspenso. Não temos de esperar que os nossos motivos se tornem completamente puros para começarmos a viver a nossa recuperação. A medida que o programa vai entrando nas nossas vidas, começamos a atuar menos sobre os nossos motivos mais questionáveis. Fazemos regularmente um exame a nós mesmos e falamos com o nosso padrinho ou madrinha sobre o que encontramos.
Rezamos pelo conhecimento da vontade do nosso Poder Superior para nós e procuramos as forças para agir conforme o conhecimento que nos é dado. O resultado? Não nos tornamos perfeitos, mas a verdade é que melhoramos. Iniciamos a prática de um programa espiritual. Nunca iremos tornar-nos gigantes espirituais, mas se olharmos realisticamente para nós próprios, se calhar vamos aperceber-nos de que temos estado a fazer melhor do que nos temos sentido.

Só por hoje: Vou olhar para mim de forma realista. Vou procurar a força para agir nos meus melhores motivos, e para não atuar sobre os piores.

Jovens da área de saúde se reúnem em Brasília para curso de formação de novas lideranças em HIV/Aids

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Ao todo foram selecionados 40 jovens. “A juventude é fundamental para a luta que o Brasil e mundo travam contra a epidemia de HIV/Aids. Cidadania e direitos humanos contribuem para o pleno alcance do desenvolvimento”, destacou o representante do UNFPA no Brasil, Jaime Nadal.
Jovens se reúnem em Brasília para o 3º Curso de Formação de Novas Lideranças das Populações-chave Visando o Controle Social do Sistema Único de Saúde. Foto: UNFPA/Mariana Tavares
Jovens se reúnem em Brasília para o 3º Curso de Formação de Novas Lideranças das Populações-chave Visando o Controle Social do Sistema Único de Saúde. Foto: UNFPA/Mariana Tavares
Teve início nesta terça-feira (23) a terceira edição do “Curso de Formação de Novas Lideranças das Populações-chave Visando o Controle Social do Sistema Único de Saúde” no âmbito do HIV/Aids, evento apoiado pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) em parceira com o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde e com três agências ONU: UNAIDS, UNESCO e UNICEF.
Ao todo foram selecionados 40 jovens profissionais e estudantes que atuam na área da saúde e buscam ser protagonistas na resposta nacional à epidemia de HIV/Aids, fortalecendo a sociedade civil e a juventude.
O representante do UNFPA no Brasil, Jaime Nadal Roig, participou da mesa de abertura ressaltando a importância da abordagem sobre o direito à saúde sexual e reprodutiva como um importante recurso para o combate a epidemia de HIV/Aids.
“A juventude é fundamental para a luta que o Brasil e mundo travam contra a epidemia de HIV/Aids. Cidadania e direitos humanos contribuem para o pleno alcance do desenvolvimento. O UNFPA se sente muito honrado em fazer parte de uma iniciativa como esta, voltada para jovens lideranças”, destacou Nadal.
Georgiana Braga-Orillard, diretora do UNAIDS no Brasil, afirmou que o debate sobre HIV/Aids com a juventude precisa mudar. “Nós precisamos saber falar com a juventude de hoje. Passamos 30 anos falando com a juventude de tempos atrás, mas hoje é diferente. Esta iniciativa é uma possibilidade de estreitar essa relação com os jovens.”
Para Fábio Mesquita, diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, essa é mais uma edição do curso que busca engajar a juventude em uma tema de interesse da população jovem, bem como do governo. “Com uma epidemia que cresce a cada dia entre jovens, dar espaço para o protagonismo juvenil está entre as principais ações de combate”, disse. “Este evento não seria possível sem a parceria das agências da ONU. Ficamos gratos como apoio e a parceria com o UNFPA.”
Afim de dar visibilidade aos jovens, o curso conta com a presença de participantes das edições passadas do curso como palestrantes. O Curso de Formação de Novas Liderança ocorre entre os dias 23 a 27 de fevereiro.

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