terça-feira, 30 de outubro de 2012

Menor de 14 anos gerenciava tráfico na ‘Farofa’



30/out/2012
 Policiais do Patrulhamento Tático Móvel (Patamo I) e do Serviço Reservado (P/2) do 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM/Campos) detiveram uma adolescente de apenas 14 anos, que gerenciava o tráfico de drogas na Favela da Farofa, no Parque Presidente Vargas, em Guarus, no município.
Os PMs flagraram a menor na tarde desta terça-feira (30), na Rua Macaé, no Parque Guarus, com quilos de cocaína, 26 “bolinhas” de maconha, 20 sacolés de cocaína, 154 pedras de crack, um par de luvas, 11 munições de revólver calibre 38, uma balança de precisão, dois grampeadores, além de farto material para embalar drogas. A ocorrência foi encaminhada à 146ª Delegacia Legal (DL/Guarus).
Nota: Se a Policia pensa que a menor consegue tudo isso sozinha são muitos tolinhos. 


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Encontro em Brasília pode definir futuro do crack no Rio


Prefeito vai conversar com ministro da Saúde sobre internação compulsória e criação de leitos

Rio -  Uma possível solução para o drama de viciados em crack poderá surgir hoje do encontro entre o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Paes vai levar para Brasília a polêmica decisão de internação compulsória para adultos, além do projeto de abrir 600 vagas até o fim do ano para tratamento de dependentes químicos. Só ontem, agentes da prefeitura retiraram 63 pessoas que usavam a droga sob viaduto da Avenida Brasil em frente ao Parque União, na Maré.
O ministro já havia se manifestado favorável à iniciativa do Rio de internar adultos dependentes de crack para tratamento, mesmo contra a vontade. Uma das pautas da conversa entre as autoridades hoje será a discussão logística das 600 vagas para tratamento dos dependentes. Paes ainda não definiu se ampliará os quatro Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) ou se criará novas unidades. De qualquer forma, a quantidade de leitos prometida pelo prefeito deve superar o número já existente em hospitais da rede municipal.
Poucos minutos após a saída das equipes da prefeitura, viciados em crack voltaram ao canteiro da Avenida Brasil em frente ao Parque União 
Para Analice Gigliotti, psiquiatra e integrante da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), a iniciativa de criar tantas vagas pode dar certo, desde haja profissionais suficientes para tratar os pacientes. “Para cuidar de 15 a 20 pacientes, o grupo mínimo deveria ser de dois psicólogos, dois enfermeiros, um assistente social e um médico de plantão. Será que tem profissionais pra isso? A iniciativa é louvável, tomara que ele (prefeito) consiga fazer”, disse.
A especialista ressaltou que os agentes de saúde precisam ter capacitação específica para atender pacientes com dependência química. “Apesar de absolutamente viciante, é possível se livrar do crack. É difícil fazer o paciente aderir ao tratamento de forma voluntária, mas se receber a ajuda adequada, é possível vencer”.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Em fim uma atitude.

Rio -  Enquanto a discussão da internação involuntária de adultos viciados em crack gera polêmica, o sucesso na recuperação de crianças e adolescentes usuários de crack levados para tratamentos contra a vontade nos cinco Centros Especializados de Atendimento à Dependência Química da prefeitura é de 25%.
Dos 201 menores de 18 anos já acolhidos compulsoriamente entre maio de 2011 até agosto deste ano, segundo a Secretaria Municipal de Assistência Social, 50 conseguiram se livrar do vício. O índice é considerado razoável por especialistas. O preocupante, porém, é que somente 20% deles — com e sem determinação judicial —, voltaram para suas famílias. 
A prefeitura afirmou que irá recorrer a lei federal que permite a internação de adultos com base em laudos psiquiátricos. Iniciativa semelhante está em teste em Maceió, Alagoas, mas lá os pacientes têm que ter autorização das famílias.“O índice de 25% de sucesso não é ruim, levando-se em conta que a porcentagem considerável é de 30% em relação a drogas em geral”, afirmou Jairo Werner, doutor emsaúde mental e coordenador do premiado projeto Restaurando Esperança, do Instituto de Pesquisas Heloisa Marinho (Iphem).Segundo a Secretaria de Assistência Social, o índice de evasão e transferências dos menores dos centros de atendimentos chegou a 75% desde o ano passado. A secretaria não informou, no entanto, qual o tempo médio de internação de meninos e meninas, alegando que ‘depende de cada caso’.Nos cinco centros municipais existem hoje 178 vagas disponíveis para internações para crianças e adolescentes. Desde março do ano passado, foram acolhidos 690 jovens. Apesar da quantidade, atualmente 123 estão internados.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

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