segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Ator de Brasília conta sua história com o HIV no musical 'Boa Sorte'

Ator de Brasília conta sua história com o HIV no musical 'Boa Sorte'

Projeto fotográfico com modelos nus chama atenção para o diálogo sobre HIV

Projeto fotográfico com modelos nus chama atenção para o diálogo sobre HIV
5 de Fevereiro - Um despertar do espírito


"A última coisa que esperávamos era um despertar do espírito."
Foram poucos de nós os que chegaram à primeira reunião de Narcóticos Anônimos ansiosos por fazer um inventário pessoal ou acreditando que havia um vazio espiritual nas nossas almas. Não tínhamos qualquer noção de que estávamos prestes a embarcar numa viagem espiritual que iria acordar os nossos espíritos adormecidos. Como um despertador barulhento, o Primeiro Passo traz-nos um estado de semiconsciência - apesar de, nesta altura, podermos não ter a certeza se queremos sair da cama ou continuar a dormir só mais cinco minutos. A mão suave que nos abana o ombro à medida que aplicamos o Segundo e Terceiro Passos faz-nos levantar, espreguiçar e bocejar.
Precisamos de esfregar os olhos para escrever o Quarto Passo e partilhar o nosso Quinto. Mas, conforme vamos trabalhando o Sexto, Sétimo, Oitavo e Nono Passos, começamos a notar uma nascente no nosso caminho e o esboço de um sorriso nos nossos lábios. Os nossos espíritos cantam no duche, quando fazemos o Décimo e o 11° Passos. E então praticamos o 12°, deixando a casa em busca de outros para acordar. Não precisamos de passar o resto das nossas vidas em coma espiritual. Podemos não gostar de nos levantar de manhã mas, uma vez fora da cama, ficamos quase sempre contentes por o termos feito.

Só por hoje: Vou usar os Doze Passos para despertar o meu espírito adormecido.
OPINIÃO
 
Domingo, 14 de Fevereiro de 2016, 11h:27
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Transmitir HIV (aids) é crime

Odilon de Oliveira
Odilon de Oliveira – Juiz Federal
O ponto de vista anterior abordou preconceito contra portadores do vírus HIV e doentes de AIDS. O simples portador tem o vírus, mas os sintomas ainda não se manifestaram. Passa a ser doente de AIDS o portador que sofre dos sintomas. A lei 12.984/2014 define o crime de preconceito em relação a qualquer das duas situações.
O portador ou o doente que, com a intenção de transmitir o vírus, pratica relação sexual ou qualquer outro ato, comete crime grave, previsto no artigo 129, § 2º, II, do Código Penal, ficando sujeito a prisão de dois a oito anos. Trata-se de ofensa a saúde de outrem, resultando não só perigo de vida, mas enfermidade incurável. A ciência, conquanto tenha encontrado tratamento, ainda não descobriu a cura da AIDS. A doença não é apenas grave, mas incurável também.
O Superior Tribunal de Justiça, em 2012, decidiu desta maneira: “na hipótese de transmissão dolosa de doença incurável, a conduta deverá será apenada com mais rigor do que o ato de contaminar outra pessoa com moléstia grave, conforme previsão clara do art. 129, § 2.º inciso II, do Código Penal. A alegação de que a Vítima não manifestou sintomas não serve para afastar a configuração do delito previsto no art. 129, § 2, inciso II, do Código Penal. É de notória sabença que o contaminado pelo vírus do HIV necessita de constante acompanhamento médico e de administração de remédios específicos, o que aumenta as probabilidades de que a enfermidade permaneça assintomática. Porém, o tratamento não enseja a cura da moléstia”.
Quem tem o vírus (HIV) ou doença (AIDS) deve se conscientizar de que a solução não é a disseminação criminosa do mal. A resignação e o controle emocional fazem bem ao próprio e às pessoas em geral. Há medicamentos que controlam a doença, o que proporciona ao paciente uma vida praticamente normal, desde que siga a prescrição médica.
Com AIDS ou sem ela, o ser humano deve ser, na terra, um instrumento de transformação de si próprio e da vida dos outros. Uns têm AIDS, outros têm câncer ou outra doença grave. Uns têm as pernas, outros não. Uns são cegos, outros enxergam. Eu devo me aceitar como sou, feio ou bonito, alto ou baixo. A melhor qualidade é aquela que cada um de nós carrega no seu coração.
Tu és apenas um inquilino da casa onde mora, ainda que tua seja. És inquilino da humanidade. Tua vida e a dos outros não pertencem a ti. Logo, és inquilino também da vida que Deus te deu: “todos vão para um lugar: todos são pó, e todos ao pó tornarão” (Eclesiastes 3:20).

*Juiz Federal Odilon de Oliveira

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Cristina Horta/EM/DA Press
Nem todos os soropositivos e soropositivas sobreviventes do HIV/Aids deram conta de sair do armário em 35 anos de epidemia no mundo, assumindo publicamente sua sorologia. Ainda que a discriminação a portadores do HIV e doentes de Aids esteja proibida pela Lei Federal 12.984, assinada pela presidente Dilma Rousseff em junho de 2014, o fantasma do preconceito permanece à espreita. Portadores do vírus como a evangélica Maria* (nome fictício), de 60 anos, preferem se fazer invisíveis nos ambientes de trabalho, igrejas e universidades a ficar eternamente marcados por uma doença relacionada à promiscuidade sexual e uso de drogas. Ela pegou o vírus há 17 anos relacionando-se com o companheiro, com quem estava amigada e tinha uma filha, embora soubesse que o homem mantinha uma amante. Depois que o marido partiu com Aids, entrou em depressão, até conhecer a instituição de apoio a soropositivos Vhiver-BH, onde encontrou com quem podia conversar. O grupo fechou as portas.

Nas redes sociais, grupos  de apoio a soropositivos, protegidos pelo anonimato e muitas vezes resguardados sob falsos perfis, se multiplicam, permitindo a troca de informações entre novos infectados, que muitas vezes se recusam a buscar tratamento. “Desde que descobri meu diagnóstico tenho andado refém do HIV. Contei a verdade para meu namorado, que não reagiu bem e me abandonou. Estou me sentindo sujo, promíscuo. Parei de fazer faculdade e me tranquei no quarto, não tenho coragem de contar minha história a ninguém. Depois de acompanhar esses links por mais ou menos um ano, tomei coragem de cutucar vocês. Podem me dizer se estou morrendo?”

Outra história que chama a atenção é a de um homem heterossexual do Sul do país que, ao fazer um check-up pedido pelo empregador, descobriu ser portador do HIV por transmissão vertical, ou seja, de nascença. Só então lhe foi revelado que havia sido adotado nos primórdios da epidemia. Sua maior dúvida era se poderia realizar o sonho de se casar e de ser pai. Outro, que atuava como um atendente  em hospital particular,  queria saber onde poderia refazer em sigilo, no sistema público, os testes de sua carga viral, de modo que a sorologia nunca passasse a constar do prontuário do seu convênio de saúde, vinculado diretamente à empresa.
Cristina Horta/EM/D.A Press

“Na verdade, o programa DST/Aids não está às mil maravilhas, como tenta nos convencer o governo federal. Querem que, em tempo recorde, as pessoas com HIV passem a viver em uma pretensa normalidade”, diz Valdecir Buzon, que na década de 1990, fundou o Vhiver BH, onde calcula ter atendido até 8 mil pessoas por mês na antiga casa pintada de azul, no Bairro Funcionários, sede da primeira academia de ginástica voltada para portadores de HIV no país. Hoje, a casa está em ruínas. Desde a interrupção dos atendimentos, quatro jovens que eram mantidos na faculdade por bolsas de estudo largaram os cursos e, segundo Buzon, outras cinco pessoas tentaram o suicídio. Pelo menos duas desistiram da vida controlada por medicamentos.

Outras entidades, como o Grupo de Apoio às Pessoas com Aids (Gapa) de BH, que tiveram papel central para pressionar as autoridades no auge da epidemia, também estão desativadas. Há dois anos, o Vhiver-BH funciona precariamente na casa em ruínas, atolado em dívidas, aguardando transferência para outro imóvel prometido no Bairro da Floresta, mas ainda sem data confirmada. “O soropositivo não é movido apenas a coquetel de medicamentos. Ele continua precisando de um grupo de apoio e de aconselhamento para lidar com as suas novas questões”, defende Buzon, que penhorou o próprio carro e apartamento em prol da entidade, que passou a carregar nas costas, quase que literalmente.

14 de Fevereiro - Honestidade e espiritualidade

"O direito a um Deus da nossa concepção é total e irrefutável. Por termos este direito, é necessário que sejamos honestos acerca daquilo em que acreditamos, se quisermos crescer espiritualmente."
Texto Básico, p. 30

Nas reuniões, durante o café, ou em conversa com o nosso padrinho ou madrinha, ouvimos os nossos amigos de NA falarem sobre o modo como concebem o seu Poder Superior. Seria fácil ir "atrás dos outros", adoptando a crença de outra pessoa, mas, tal como ninguém pode recuperar por nós, também a espiritualidade de alguém não pode substituir a nossa. Temos de procurar honestamente um entendimento de Deus que realmente funcione para nós. Muitos de nós começaram essa procura através da oração e da meditação, e continuaram com as experiências em recuperação.
Terá havido momentos em que nos foi dado um poder maior do que o nosso para enfrentarmos os desafios da vida? Quando, em ocasiões conturbadas, procurámos calmamente uma direcção, será que a encontrámos? Que Poder é que julgamos que nos guiou e nos deu forças? Que Poder é que procuramos? Com as respostas a estas perguntas, iremos compreender o nosso Poder Superior suficientemente bem para que possamos sentir-nos seguros e confiantes ao pedir-lhe que cuide da nossa vontade e das nossas vidas.
Um entendimento de Deus, que não seja verdadeiramente nosso, poderá resultar por algum tempo mas, a longo prazo, temos de chegar à nossa própria compreensão de um Poder Superior, pois é esse mesmo Poder que irá levar-nos através da nossa recuperação.

Só por hoje: Eu procuro um Poder superior a mim mesmo que possa ajudar-me a crescer espiritualmente. Hoje vou examinar honestamente as minhas crenças e chegar ao meu próprio entendimento de Deus.
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No dia 27 de fevereiro, de 15 às 19h30, será realizado na cidade de Parnaíba o Seminário "Dependência Química, Suicídio e Depressão". O evento faz parte do projeto Caminhos, da Federação Espírita Brasileira e Federação Espírita Piauiense e conta com o apoio da União Municipal Espírita de Parnaíba.
As atividades acontecerão no auditório do Liceu Parnaibano, na Av. São Sebastião, 2675. Outras informações: (86) 3322-4340 ou pelo e-mail: procaminhos@gmail.com
Publicado Por: Raul Ventura

quinta-feira, 19 de março de 2015


DAY TOP

ESTOU AQUI PORQUE, FINALMENTE,
NÃO HÁ MAIS COMO ME ESCONDER DE
MIM MESMO.
ATÉ NÃO ME CONFRONTAR NOS
OLHOS E NOS CORAÇÕES DE OUTROS,
ESTAREI FUGINDO.
ATÉ SOFRER O PARTILHAR DOS MEUS
SEGREDO, NÃO ME LIBERTAREI  DELES.
TEMEROSO DE SER CONHECIDO
NÃO PODEREI ME CONHECER,
 NEM AOS OUTROS, E ESTAREI SÓ!
ONDE, SENÃO EM MEU COMPANHEIRO,
PODEREI ENCONTRAR ESTE ESPELHO?
AQUI, JUNTOS,
POSSO FINALMENTE
CONHECER-ME POR INTEIRO,
NÃO COMO O GIGANTE QUE SONHO SER,
NEM TAMPOUCO COMO O ANÃO DOS
MEUS TEMORES,
MAS COMO PARTE DE UM TODO,
COMPARTILHANDO MEUS PROPÓSITOS.
NESTE SOLO PODEREI CRIAR RAÍZES
E CRESCER, NÃO MAIS ISOLADO,COMO NA MORTE, MAS VIVO. PARA MIM E PARA OS OUTROS.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Tecnologia em excesso pode virar problema de saúde mental


Fábio Munhoz
Enviado a Brasília
Nario Barbosa/DGABC
Que a tecnologia é essencial e traz inúmeros benefícios à sociedade, não se discute. Diante de tantas novidades lançadas no mercado fica cada vez mais difícil não estar conectado à internet durante grande parte do dia. Mas o que fazer quando o uso de equipamentos eletrônicos se torna nocivo, gerando problemas sociais e até consequências à saúde?
Especialista em dependência química, o psiquiatra Gabriel Bronstein, da Santa Casa do Rio de Janeiro e da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), iniciou há três anos o atendimento a crianças e adolescentes que abusavam da tecnologia, seja por meio de videogames ou das redes sociais.
Apesar de o uso civil da internet ter começado na primeira metade da década de 1990, o aumento da incidência de compulsão por essa ferramenta se intensificou nos últimos anos, com a popularização da conexão de alta velocidade. O médico afirma que cerca de 80% da população do planeta utiliza a rede mundial de computadores. Dessas, 5% têm chances mais elevadas de desenvolver distúrbios ligados ao uso excessivo.
O alerta de que algo está errado deve ser ligado quando o usuário começa a deixar de lado compromissos para viver a realidade virtual. “Ela se torna um problema quando você acaba tendo prejuízo em alguma área da sua vida acadêmica, profissional, familiar ou pessoal. Você deixa de cumprir seus horários e sempre perde a noção do tempo”, explica Bronstein, que falou sobre o tema no Congresso Brasileiro de Psiquiatria, realizado entre os dias 15 e 18 em Brasília.
Os adolescentes integram o grupo de maior risco. “São mais impulsivos, querem criar seu próprio espaço, desafiar os pais. Tem essa coisa de precisar saber quem ele é, do que ele gosta, do que não gosta. Para isso ele se afasta dos pais e o coloca em risco, como o da dependência química.” As chances de compulsão são ainda mais elevadas em portadores de depressão, ansiedade e TDAH (Transtorno do Deficit de Atenção e Hiperatividade).
Entretanto, com a popularização dos smartphones, tem aumentado o número de adultos que dependem da tecnologia, segundo o especialista. Quem nunca presenciou a cena em que todos os participantes de mesa de bar ou restaurante estão com os olhos fixos nos seus dispositivos móveis sem interagir entre si?
Ainda não são claros os motivos que fazem com que a tecnologia se transforme em dependência. Uma das explicações é o fato de que, na internet, o usuário pode criar um personagem, fingindo ser quem não é e alimentando fantasias. “A outra possibilidade é que esse tipo de artifício atinge o prazer, do mesmo modo que as drogas.”
As principais consequências do abuso estão ligadas à queda de produtividade no dia a dia. “Mas há consequências mais graves. Eu tive um paciente, que na época tinha uns 20 anos, que convulsionava diariamente por causa do jogo. Ele havia largado a faculdade, não saía mais de casa, engordou 20 ou 30 quilos, só comia na frente do computador e de onde só saía para dormir, isso quando dormia.”
Bronstein salienta que as pesquisas referentes a esse tema se intensificaram há pouco tempo, quando surgiram casos de adolescentes, principalmente na Ásia, que morreram após passar dias em frente a um dispositivo eletrônico sem se alimentar.
Manicure de Mauá não consegue largar o celular
A manicure Luísa de Sousa Machado, 19 anos, de Mauá, admite ser viciada em tecnologia. Ela conta que a dependência começou há três anos, quando comprou o primeiro smartphone. Sempre conectada nos aplicativos, é tida como “a excluída” pela família e amigos. “Minha mãe sempre reclama que estou comendo com o celular na mão. É tão viciante que, às vezes, na igreja, pego o aparelho sem pensar e o pastor logo me diz que é para prestar atenção ao culto”, fala.
A necessidade de passar o tempo todo conectada já lhe fez driblar a proibição do uso no trabalho. “Era operadora de telefonia e não podia mexer no telefone em serviço, então, colocava o aparelho debaixo das pernas para acessá-lo e levava muita bronca, confesso.”
Para a jovem, ficar um dia sem o celular é inimaginável. “Meu dia sem internet? Não imagino. Me sinto vazia, sem nada, perdida. Todos falam que já demorei para procurar tratamento, que preciso urgente de um psicólogo”, admite.
Familiares devem agir para evitar abusos
Medidas simples podem ser tomadas pelos pais para evitar que os filhos façam uso excessivo de jogos eletrônicos ou equipamentos que permitem acesso às redes sociais. “Uma dica é não deixar o videogame ou o computador no quarto do adolescente, deixando-o em área comum”, explica o psiquiatra Gabriel Bronstein.
O especialista sugere que não sejam dados smartphones a crianças. “Não existe motivo para uma criança de 7 anos ter um dispositivo desse, mas, infelizmente, isso está cada vez mais frequente.” O médico afirma que a idade ideal para o jovem ganhar um aparelho desse tipo é a partir dos 12 ou 13 anos, “quando começa a ter independência e sair um pouco mais”.
Uma vez que a diversão se torna compulsão, o tratamento é delicado. Isso porque, assim como ocorre com as drogas, a retirada dos equipamentos pode gerar abstinência, provocando sintomas clássicos como tremores e sudorese. Além disso, explica o especialista, não é possível interromper completamente o acesso do paciente à tecnologia. “Hoje em dia é impossível pensar em alguém, vivendo em cidade grande pelo menos, que não vá acessar a internet. Tem escola que passa dever de casa pela internet. Isso é irreversível. Nesse ponto, há semelhança com a compulsão alimentar, pois a pessoa não pode parar de comer. Nesses casos, ela vai ter de aprender a lidar com essa dificuldade, provavelmente não vai poder usar o smartphone. É uma reeducação”, comenta. Em alguns casos, são prescritos medicamentos para controlar sintomas como a ansiedade.
Apesar da situação alarmante, Bronstein avalia que a população brasileira possa estar começando a se adaptar com a ‘overdose’ de tecnologia e buscando meios para evitar o uso excessivo, o que pode indicar tendência de queda para esse problema. Exemplo disso são bares onde não há internet sem fio e os consumidores são orientados a conversar entre si. Ou então, grupos que fazem brincadeiras nas quais quem pegar o celular irá pagar a conta.
“Eu acho que a gente está em uma fase de quem nunca comeu melado, quando come se lambuza. Acho que é bem por aí. A gente não sabe o poder dessa ferramenta porque é muito nova, então acabamos exagerando. Provavelmente, as próximas gerações irão lidar com isso de forma natural.”

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Trabalhos voltados à Atenção Primária, Secundária e Acessoria em Dependência Química. E-Mail:dubranf@gmail.com

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