segunda-feira, 11 de março de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
domingo, 3 de fevereiro de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Dependência química, uma doença que tem tratamento
(Imagem: Klawitter Productions/Corbis)
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) a dependência química é uma doença. Para o dependente a droga assume um lugar tão importante em sua vida que todas as suas atividades giram em torno do ato de conseguir e consumir a sua droga para obter o prazer que tal substância lhe oferece. Não há mais espaço nem para os cuidados básicos consigo mesmo (ex.: tomar banho, escovar os dentes, comer, dormir).
A dependência química é uma das maneiras da pessoa se relacionar com as drogas. Através de pesquisas e de experiência ao atendimento de usuários, percebe-se que geralmente a pessoa inicia com o USO de drogas, esse uso pode ser experimental ou ocasional. Após esse período, pode ocorrer o ABUSO de drogas, fase em que já começa a haver reflexos das substâncias psicoativas na vida do indivíduo, pode dar início aos prejuízos na saúde e na vida pessoal (ex.: faltas à escola e/ou ao trabalho; envolvimento em acidentes; mudanças de humor; atos de violência; etc.). Se em nenhuma dessas etapas a pessoa não for orientada e tratada é possível que o USO/ABUSO de drogas evolua para a DEPENDÊNCIA.
A dependência química tem tratamento, assim como o uso e o abuso de drogas. A psicoterapia é uma das ferramentas para ajudar o usuário a entender o por quê do seu uso de drogas e encontrar maneiras de continuar sua vida de forma prazerosa sem a necessidade das substâncias psicoativas.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Menor de 14 anos gerenciava tráfico na ‘Farofa’
30/out/2012
Policiais do Patrulhamento Tático Móvel (Patamo I) e do Serviço Reservado (P/2) do 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM/Campos) detiveram uma adolescente de apenas 14 anos, que gerenciava o tráfico de drogas na Favela da Farofa, no Parque Presidente Vargas, em Guarus, no município.
Os PMs flagraram a menor na tarde desta terça-feira (30), na Rua Macaé, no Parque Guarus, com quilos de cocaína, 26 “bolinhas” de maconha, 20 sacolés de cocaína, 154 pedras de crack, um par de luvas, 11 munições de revólver calibre 38, uma balança de precisão, dois grampeadores, além de farto material para embalar drogas. A ocorrência foi encaminhada à 146ª Delegacia Legal (DL/Guarus).
Nota: Se a Policia pensa que a menor consegue tudo isso sozinha são muitos tolinhos.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Encontro em Brasília pode definir futuro do crack no Rio
Prefeito vai conversar com ministro da Saúde sobre internação compulsória e criação de leitos
Rio - Uma possível solução para o drama de viciados em crack poderá surgir hoje do encontro entre o prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Paes vai levar para Brasília a polêmica decisão de internação compulsória para adultos, além do projeto de abrir 600 vagas até o fim do ano para tratamento de dependentes químicos. Só ontem, agentes da prefeitura retiraram 63 pessoas que usavam a droga sob viaduto da Avenida Brasil em frente ao Parque União, na Maré.
O ministro já havia se manifestado favorável à iniciativa do Rio de internar adultos dependentes de crack para tratamento, mesmo contra a vontade. Uma das pautas da conversa entre as autoridades hoje será a discussão logística das 600 vagas para tratamento dos dependentes. Paes ainda não definiu se ampliará os quatro Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) ou se criará novas unidades. De qualquer forma, a quantidade de leitos prometida pelo prefeito deve superar o número já existente em hospitais da rede municipal.
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Poucos minutos após a saída das equipes da prefeitura, viciados em crack voltaram ao canteiro da Avenida Brasil em frente ao Parque União
Para Analice Gigliotti, psiquiatra e integrante da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), a iniciativa de criar tantas vagas pode dar certo, desde haja profissionais suficientes para tratar os pacientes. “Para cuidar de 15 a 20 pacientes, o grupo mínimo deveria ser de dois psicólogos, dois enfermeiros, um assistente social e um médico de plantão. Será que tem profissionais pra isso? A iniciativa é louvável, tomara que ele (prefeito) consiga fazer”, disse.
A especialista ressaltou que os agentes de saúde precisam ter capacitação específica para atender pacientes com dependência química. “Apesar de absolutamente viciante, é possível se livrar do crack. É difícil fazer o paciente aderir ao tratamento de forma voluntária, mas se receber a ajuda adequada, é possível vencer”.
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